Núcleo inclui e possibilita desenvolvimento de alunos com deficiência

27 Jun 2018

O aluno da EMEF Dr. Francisco Monlevade, Vinícius Esteves, de 7 anos, está matriculado na escola há quase dois anos. Ele, que tem deficiência auditiva, veio de uma escola particular. A estrutura para receber o garoto na escola municipal, apresentada à mãe, Tatiane Cristina de Sousa Esteves, surpreendeu. "O desenvolvimento dele melhorou muito. Não tivemos essa atenção na rede privada. Hoje ele tem uma intérprete em sala de aula", comentou.

Vinícius é um dos 170 alunos hoje cadastrados no Núcleo de Atendimento Multidisciplinar Educacional (NAME), da Secretaria Municipal de Educação. O grupo conta com duas coordenadoras, cinco psicólogos, 16 psicopedagogos, sete salas para atendimento educacional especializado, cinco interpretes de LIBRAS, 35 técnicos efetivos e 93 profissionais de apoio escolar.

Outro caso atendido é o de Nathan Ribeiro Magalhães, de 8 anos (foto abaixo). Segundo a mãe, Aparecida Inês Ribeiro Magalhães, ele é hiperativo. "Ele era bem mais agitado quando entrou na escola. Agora está mais calmo e concentrado", comentou ela, destacando que ele é aluno da EMEF Vereador José Souza Charrua e conta com uma monitora em sala de aula, além de atendimento específico extraclasse.  

O Núcleo foi criado em janeiro de 2017 e possibilitou a ampliação do atendimento aos alunos com necessidades especiais. Hoje, entre os principais casos atendidos estão: deficiência intelectual, deficiência auditiva, paralisia cerebral, autismo, déficit de atenção, síndrome de down, entre outros.  "A nossa proposta é uma educação pública de qualidade, onde todos possam ser atendidos. Com o NAME, felizmente, temos atingido esse objetivo", destacou o secretário de Educação, Ronaldo Pereira, em uma reunião com os pais das crianças.

O trabalho é coordenado por Marli Marlene Frateschi e Ana Lucia Oliveira e é realizado no caso de alunos já diagnosticados ou em ainda em processo de avaliação. Segundo elas, as 93 profissionais de apoio escolar ficam nas salas de aula para auxiliar as professoras em casos de mais necessidade.  "Além de uma grande melhora no desenvolvimento pedagógico, houve ainda um ganho na questão da inclusão. Esses alunos vivem o ambiente escolar, o que é importante para a socialização", comentou Marli.

Além de todo o cuidado com as crianças, há ainda o trabalho constante de formação com as equipes que trabalham no NAME, sempre com temas específicos voltado ao trabalho do dia a dia desenvolvido pelos profissionais.

Para saber mais sobre o trabalho, basta entrar em contato diretamente com as coordenadoras do Núcleo, na Secretaria de Educação, que fica na Avenida Dom Pedro I, sem número, no Jardim Guanciale.  

   

 

 

Assessoria de Imprensa

Departamento de Comunicação de Campo Limpo Paulista

deixe um comentário